21 de novembro de 2006

todas as manhãs

e o melhor que tenho para te oferecer,
todas as manhãs,
é o meu sorriso e aquele abraço que é só teu!

o bulício

no bulício do dia a dia,
na correria que têm sido os nossos dias,
o melhor,
aquilo que me deixa sempre serena e com esperança,
é que à noite,
todas as noites,
encontro o equilíbrio junto a ti.

11 de outubro de 2006

ti

às vezes, dão-me umas saudades tão loucas de ti, que só me apetecia colar-me a ti, com uma daquelas colas que não descolam, e ficar assim junto a ti, todos os momentos.

26 de setembro de 2006

momentos

num momento quase sim porque espero sempre que haja outro perfeito, enrosco-me a ti no sofá.
a televisão emite sons que eu não consigo descodificar.
todos os meus sentidos estão em ti.
e, na minha cara, a felicidade manifesta-se com um sorriso,
quase infantil,
de quem vive o sonho perfeito.

1 de setembro de 2006

minha querida

adoro que me chames "minha querida".
é como se, de repente, fosse envolvida por uma película leve mas resistente, e me transportasses para dentro de ti. junto ao teu coração. é aí que me sinto. que o sinto bater tum-tum tum-tum. às vezes mais acelerado. outras mais tranquilo. e eu ali. a saborear o momento, este momento que dura há dois anos, e que me torna uma mulher cheia. e todas as coisas boas que tiver, ser-te-ão entregues, numa bandeja decorada com flores silvestres pequeninas e amoras. a minha vida para ti.

28 de agosto de 2006

a correr

pousa o que tens nas mãos.
eu farei o mesmo.
e vamos as duas a correr para casa
afagar esta ânsia
esta saudade
esta imensidão de sentimentos.
quero-te tanto!

21 de julho de 2006

breve

queria-te breve,
num frémito desesperado
incontido
explosivo.
e saciar este meu desejo
que borbulha na pele
e
me transtorna o raciocínio.

20 de julho de 2006

quando sorris, o meu mundo cresce

encontro o teu sorriso,
nas palavras que me dizes.
e é isso que me faz, dia após dia,
dedicar-te toda a minha atenção,
prender-te a mim,
num laço de cumplicidade
que outros jamais entenderão
na sua total plenitude.

18 de julho de 2006

29 de junho de 2006

com o polegar, limpo uma réstea de saliva, que os meus lábios deixaram no canto da tua boca.
olho para ti.
és tão linda.
e eu amo-te tanto.
mas tanto, tanto!

5 de junho de 2006

hoje não sei o que fazer, às saudades que sinto de ti.
se as escondo num lugar quentinho do meu peito, bem cuidadas para não se estragarem,
ou
deixo tudo para trás e vou a correr para ti!

23 de maio de 2006

em queda livre

releio o que me escreveste,
naquele maio de há dois anos,
e reafirmo a certeza
de que só poderia cair por ti!

suave deslizar

penso na tua pele.
e o meu pensamento desliza
suavemente
pelo tom moreno
que me atrai, como um íman,
todas as manhãs!

21 de março de 2006

o poema

hoje, no dia da poesia, queria fazer-te um poema.
queria mostrar-te,
a ti
minha musa do dia a dia,
que a tua presença é a maior inspiração,
por mim
jamais vivida.

1 de fevereiro de 2006

deito a cabeça no teu ombro. já dormes.
o meu braço atravessa o teu peito de sentimentos fortes e seguros.
agarro-me ao teu braço, que do outro lado repousa ao longo do corpo.
seguro-me com força e solto os fantasmas.
sou, de novo, a criança que quer apagar o medo da perda.
mas só enquanto dormes.

20 de janeiro de 2006

quero que fiques comigo. sempre. e muito.
quero ficar contigo. sempre. e tanto.
se a tua resposta for igual, não vejo impedimento nenhum à felicidade eterna.
que bom!

28 de setembro de 2005

uma construção

tudo se passa como se de uma construção se tratasse.
os corpos encaixam. e sustentam-se.
é o amor que me tens que me faz evoluir com confiança.
não tenho segredos guardados. segredos daqueles que não se contam porque não nos é permitido contar.
contigo, tudo vale. porque tudo é dito e ouvido.
e respondido já de outra forma mais evoluída, mais assaz, mais consubstanciada.
as circunstâncias são sempre favoráveis, porque somos nós que as fazemos acontecer. ou não?
na verdade, não há alturas próprias, ou impróprias. há alturas.
para amarmos, para discutirmos, para brincarmos - todas elas nos mais díspares momentos do cronos.
somos tão diferentes e, no entanto, construímo-nos tão bem.
sabes? já fiz amor contigo.

22 de setembro de 2005

à noite

é quando te deito no meu ombro,
afago os teus cabelos,
e a tranquilidade do sono me invade
e me faz estremecer,
é aí,
que o mundo adormece!